09/05/2018 - 19:57
Embalado pela música de Of Monster And Men, com seu promissor e posteriormente concretizado álbum de 2012 chamado My Head Is An Animal, estou aqui para compartilhar mais sobre as reflexões moribundas de solidão na rotina apática em que me encontro e vivo a um longo período.
Caracteristicamente, hoje também foi outro dia atípico, ou melhor, algumas horas atípicas, porque levei muito tempo para conseguir adormecer na madrugada passada, o que me levou a acordar um pouco tarde no dia em que estou relatando tais pensamentos. Bombardeado novamente por pesadelos, nos quais, comumemente têm ocorrido, lembro-os vagamente após acordado, mas o que não me impossibilita de sentir o choque de ter sido algo forte e em suas beiradas de lapsos, traumático. Essa não é a questão em si que quero abordar, mas vale a pena ser descrita, de qualquer forma.
Foi uma tarde de tomadas de precauções de segurança, organizações e de refutar estudos sobre as emoções e seu impacto sobre a cultura, literatura, pintura, música, inovações em muitos âmbitos. Encriptei alguns de meus monólogos, teses e pesquisas que ainda me satisfazem como um leitor; tomei medidas sobre minha privacidade online nas quais me garantiram uma sensação leve de me sentir mais a vontade para esboçar minhas ideias, refutações e deduções. Li também o estudo do professor inglês de literatura Erik Wilson, sobre o impacto negativo na nossa atual sociedade na busca incansável pela felicidade e o refutei principalmente pelo argumento bem objetivo dele sobre os séculos XVIII e XIX, em que se o nosso consumismo e materialistamo, parafraseando o mesmo, fosse presente nos séculos citados, não teríamos tantas obras primas nas áreas que mencionei acima. Hoje os que são considerados e apreciados por muitos como gênios - bom, pessoas singulares nas suas respectivas áreas - não teriam tido tanto êxito nas suas empreitadas porque estariam condicionados ao consumismo abismal e a busca incessante pela felicidade. Eu, aqui para expressar meu enjeitar sobre esse argumento, palavras que não foram transcritas, mas apenas pensadas. Não é necessário jogo de palavras bem pensados, argumentos fundamentados em acadêmicos e estudos prolongados, pois se trata de emoções e o impacto dela em nossas vidas e futuras predições. E eu, como um assíduo analisador de fatos e do comportamento humano, fica evidente que a felicidade é de extrema importância. Tenho que admitir que em alguns pontos eu mesmo me sinto contraditório, porque é bem claro que toda a nossa vida é feita de transformações, ou seja, mudanças. E assim também ocorre com o ser/sentir felicidade. Ao mesmo tempo, eu experimentei os efeitos de ser feliz por um período razoavelmente longo, não se comparado a uma vida inteira, mas sim ao tempo em que as mudanças são exigidas pelo acaso, escolhas, moral, desapegos atemporais. Essa é a única contradição, na qual eu aceitei como uma incógnita, pois não irei entrar em debate por ter sido feliz por um longo tempo. Então, retornando um pouco às questões de contestar os argumentos de um literário, em qualquer época, tendo nossos recursos ou não, sendo consumistas ou não, tendo pouca ou muita ganância, etc, são pontos irrelevantes quando se trata de obras primas genuínas da nossa mente singular. A genialidade é inerente. Isso é irrefutável.
Fica claro como ter respostas é essencial para uma mente que necessita de ocupações a cada segundo, nas quais eu as consigo com subterfúgios bem direcionados, na verdade de um modo geral. Com certeza eu posso ter atingido mentes perspicazes e teimosas por esse longo caminho literário no qual eu habito em mais da metade da minha vida, mas sei que foram feridos nos lugares certos, já que os fizeram refletir sobre suas próprias verdades.
A música, a literatura, a arte, a cultura são primordiais na vida de um solitário. Necessitamos de alimentação para nossa psique. Eles são um cordão de náilon entre a sanidade e a loucura. Esses componentes são a ponte mais alta e sensível que podemos alcançar para aceitar as regras da sociedade que excluem qualquer tipo de variação inofensiva de comportamento e opiniões. Em um mundo de conspirações e empanturrado de auto-denominados donos, a arte, em todas as suas vertentes, se finca como um ponto crucial para a saúde e a pureza que, novamente, está inerente em nossa alma - no conceito mais moderno da palavra, mesmo que o sentido que quero passar as vezes tenha que beliscar um pouco o sentido de psique (alma) para os antigos gregos.
O meu dia ainda será um pouco longo. Sem pretenções, é claro, o que é muito bom, porque ao escrever isso me sinto apto à surpresas.
Embalado pela música de Of Monster And Men, com seu promissor e posteriormente concretizado álbum de 2012 chamado My Head Is An Animal, estou aqui para compartilhar mais sobre as reflexões moribundas de solidão na rotina apática em que me encontro e vivo a um longo período.
Caracteristicamente, hoje também foi outro dia atípico, ou melhor, algumas horas atípicas, porque levei muito tempo para conseguir adormecer na madrugada passada, o que me levou a acordar um pouco tarde no dia em que estou relatando tais pensamentos. Bombardeado novamente por pesadelos, nos quais, comumemente têm ocorrido, lembro-os vagamente após acordado, mas o que não me impossibilita de sentir o choque de ter sido algo forte e em suas beiradas de lapsos, traumático. Essa não é a questão em si que quero abordar, mas vale a pena ser descrita, de qualquer forma.
Foi uma tarde de tomadas de precauções de segurança, organizações e de refutar estudos sobre as emoções e seu impacto sobre a cultura, literatura, pintura, música, inovações em muitos âmbitos. Encriptei alguns de meus monólogos, teses e pesquisas que ainda me satisfazem como um leitor; tomei medidas sobre minha privacidade online nas quais me garantiram uma sensação leve de me sentir mais a vontade para esboçar minhas ideias, refutações e deduções. Li também o estudo do professor inglês de literatura Erik Wilson, sobre o impacto negativo na nossa atual sociedade na busca incansável pela felicidade e o refutei principalmente pelo argumento bem objetivo dele sobre os séculos XVIII e XIX, em que se o nosso consumismo e materialistamo, parafraseando o mesmo, fosse presente nos séculos citados, não teríamos tantas obras primas nas áreas que mencionei acima. Hoje os que são considerados e apreciados por muitos como gênios - bom, pessoas singulares nas suas respectivas áreas - não teriam tido tanto êxito nas suas empreitadas porque estariam condicionados ao consumismo abismal e a busca incessante pela felicidade. Eu, aqui para expressar meu enjeitar sobre esse argumento, palavras que não foram transcritas, mas apenas pensadas. Não é necessário jogo de palavras bem pensados, argumentos fundamentados em acadêmicos e estudos prolongados, pois se trata de emoções e o impacto dela em nossas vidas e futuras predições. E eu, como um assíduo analisador de fatos e do comportamento humano, fica evidente que a felicidade é de extrema importância. Tenho que admitir que em alguns pontos eu mesmo me sinto contraditório, porque é bem claro que toda a nossa vida é feita de transformações, ou seja, mudanças. E assim também ocorre com o ser/sentir felicidade. Ao mesmo tempo, eu experimentei os efeitos de ser feliz por um período razoavelmente longo, não se comparado a uma vida inteira, mas sim ao tempo em que as mudanças são exigidas pelo acaso, escolhas, moral, desapegos atemporais. Essa é a única contradição, na qual eu aceitei como uma incógnita, pois não irei entrar em debate por ter sido feliz por um longo tempo. Então, retornando um pouco às questões de contestar os argumentos de um literário, em qualquer época, tendo nossos recursos ou não, sendo consumistas ou não, tendo pouca ou muita ganância, etc, são pontos irrelevantes quando se trata de obras primas genuínas da nossa mente singular. A genialidade é inerente. Isso é irrefutável.
Fica claro como ter respostas é essencial para uma mente que necessita de ocupações a cada segundo, nas quais eu as consigo com subterfúgios bem direcionados, na verdade de um modo geral. Com certeza eu posso ter atingido mentes perspicazes e teimosas por esse longo caminho literário no qual eu habito em mais da metade da minha vida, mas sei que foram feridos nos lugares certos, já que os fizeram refletir sobre suas próprias verdades.
A música, a literatura, a arte, a cultura são primordiais na vida de um solitário. Necessitamos de alimentação para nossa psique. Eles são um cordão de náilon entre a sanidade e a loucura. Esses componentes são a ponte mais alta e sensível que podemos alcançar para aceitar as regras da sociedade que excluem qualquer tipo de variação inofensiva de comportamento e opiniões. Em um mundo de conspirações e empanturrado de auto-denominados donos, a arte, em todas as suas vertentes, se finca como um ponto crucial para a saúde e a pureza que, novamente, está inerente em nossa alma - no conceito mais moderno da palavra, mesmo que o sentido que quero passar as vezes tenha que beliscar um pouco o sentido de psique (alma) para os antigos gregos.
O meu dia ainda será um pouco longo. Sem pretenções, é claro, o que é muito bom, porque ao escrever isso me sinto apto à surpresas.

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