Domingo, 13 de Janeiro de 2019 - Manhã
Tencionar nos objetivos para a vida, nas conquistas a serem alcançadas, nos sonhos (particularmente) já existentes a longos e árduos meses.
O sentido da vida... o porque de viver abrange questões já volúveis nesse momento.
O cansaço mental; a dor física; as necessidades mais básicas que enfrentou a muito tempo causaram a minha total indiferença para com a vida. O desinteresse em melhorar em qualquer aspecto reina de formas muitas vezes abstratas e, mais comumente, encarar a rotina com um desânimo colossal, que em muitos momentos são tão persistentes que se confundem com a realidade.
A falta de acontecimentos nos deixa com um vazio imenso. Um vazio que você acaba comparando a situação com coisas que sempre fizeram diferença em relação ao entusiasmo e até a proatividade. Sim! Aquela vontade de buscar, de suceder um certo conforto - nada disso mais existe.
O que mais me indigna é o não cometer suicídio. Tudo me leva ao meu próprio fim, mas o ato não é feito.
Há momentos que me sinto revoltado ao acordar após longas horas de sono e, principalmente, uma revolta ainda maior por ter a certeza, a convicção e entender que existe lógica na minha morte. Mesmo com todos os critérios preenchidos o ato de me matar não se concretiza. Por que?

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